QUEREMOS SEMPRE MAIS…

…Como toda a concorrência. Mas há uns tempos a nossa “pseudo-concorrência” anda louca só porque vamos à frente nas estatísticas aos que têm milhares de gostos à nossa frente, graças não só à nossa produção, mais conteúdos, como pelo “ baile” que demos com as reportagens em directo das Festas de Nª Sª da Boa Viagem.

Mas, apesar de tudo fazerem para conseguirem mais “Gostos”, o que é natural , com filtros e obrigações,  perdem na Interacção e quantidade de publicações ( dá trabalho a fazer conteudos) onde ganhamos por grande e larga maioria de muitos Milhares, como se prova pelo gráfico do Facebook .

Ainda subiu mais...mas já chega para ver o diferencial
Ainda subiu mais…mas já chega para ver o diferencial

 

Em verdade a quantidade dos leitores sobe quando se noticia broncas, mal dizeres, desastres, sangue e mortes, e sobretudo “sendo do contra” por alianças com partidos. Uma espécie de clubite defendida pela sua claque.

Uma tradição do tempo da outra senhora é que sendo do contra terá sempre mais leitores, o que faz parte do encanto da chamada narrativa.

Os nossos maiores sucessos editoriais ainda hoje recordados são a edição do livro “ERICEIRA – Cultura Gastronómica” com mais de 10000 livros vendidos, seguido dos artigos da TI MICÁ e da Secção “AS MAIS BEM VESTIDINHAS”…e depois o “Diz-se, diz-se” e o CONFIDENCIAL.

Venham de lá os mais pintados, pois nunca chegarão aos “calcanhares” destas e de outras matérias editoriais. Como diria o malogrado Alfredo Marceneiro quando tentava ensinar o fado aos mais novos…”coitadinhos, eles não sabem!”

Digam mal ou bem de nós, é sinal que ainda estamos vivos, mas que digam apenas verdades e não mentiras e tiros no pessoal que desconhecem totalmente, criando mitos e aldrabices inconsistentes.

Pois bem, para entrarmos numa nova secção e despertarmos ainda mais os ódios que já colecionamos, vamos iniciar uma secção visando aqueles que nos rodeiam de perto e falando daquilo que ninguém mais fala, sem nada na manga ,e das coisas exclusivamente concelhias daqui.

“SEM NADA NA MANGA…”

Como diriam os eruditos sobre as cantigas de amigo e de escárnio e mal dizer…  “Tematicamente, abarcam um vastíssimo leque de motivos, personagens e acontecimentos, em áreas que vão dos comportamentos quotidianos (sexuais, morais) aos comportamentos políticos, devendo muitas delas ser entendidas como armas de combate entre os vários grupos e interesses sociais e políticos em presença. A sátira literária, nomeadamente a crítica às trovas alheias, é também uma área em destaque nestas cantigas. Enquanto as cantigas de escárnio apresentavam críticas sutis, as de maldizer eram vulgares, “

Vamos ver se alcançamos mais leitores quando o alvo está nas 100 000 pessoas que vivem aqui perto, segundo o Facebook. E vamos apostar nos assinantes, garantindo os existentes, premiando-os e promover o máximo possível de NOVOS.

Vamos iniciar dentro de …