PENSAR ERICEIRA JÁ! e no futuro.

“PENSAR A ERICEIRA NO PRESENTE E FUTURO”

PONTO 1 -HAVER OU NÃO HAVER

TRÂNSITO NA VILA DA ERICEIRA ANTIGA (?)

Temos obrigação de sugerir ou incentivar quem possa resolver em espirito construtivo, apesar de sermos constantemente ofendidos, ameaçados e outros “atributos ou acessórios” como mensageiros e intervenientes, que queremos ser, no local onde vivemos e pretendemos que seja o melhor, como resultado de união e não desacordo para quem cá vive… e nos visita.

Este ponto importante e tão falado, será uma discussão que não pode ser “empurrada com a barriga” para qualquer dia, nem decidida nos gabinetes dos políticos. Tem de ser já e diga-se de passagem que já começa a ser muito tarde. Todos os interessados devem colaborar com boas ideias. Comerciantes e povo residente.

Temos de pensar o presente e o futuro. E não podemos estar dependentes de gente que até por serem grandes políticos, não sentem nem vivem aqui. Quem cá está é que tem de decidir. E infelizmente ninguém mexe uma palha. Já oferecemos local para discussão e análise gratuitamente…o amigo respondeu? Claro que não. Espera portanto que decidam por si. Depois não proteste.

E O TURISMO

 VAI AINDA CRESCER MAIS, E TEMOS DE ACEITAR E NÃO ESTRAGAR ESSA VANTAGEM.

Não se compreende que uma rua importante seja fechada em Julho e Agosto, sendo a única que permite ir de norte para sul, junto ao mar, e todas as outras sejam consideradas como abertas. Ou fecha-se tudo ou nada!

Nem sequer os comerciantes, dessa rua, concordam todos e os passeantes ainda muito menos. A tentativa/teste de alargar as esplanadas até ao muro complicando a passagem das viaturas, será o mesmo para os passeantes poderem passar na rua.  Até se criarem acidentes desagradáveis, continuam as excepções.

Todo o centro pode ser fechado ao trânsito com vantagem para todos. Haverá quem não queira, naturalmente serão a excepção, para confirmar a regra.

Mas haverá muitas vantagens pela ausência de trânsito- Além do exemplo “verde”- A Ericeira ter ruas sem automóveis – muitos estabelecimentos poderão ter mais esplanadas. Mais gente a passear sem receio de ser atropelada, mais vasos com floreiras, e menos barafunda no trânsito com super-desenvolvimento de comércio fora do centro.

Ou, digamos, acima da estrada, a nascente, pois esta estrada será hoje mais uma avenida interior ( com semáforos) e obviamente também o norte da Ericeira, com compreensivo crescimento com o encerramento do trânsito no acesso à Vila.

Vejamos – ir à farmácia ao centro da Vila -só se for a pé…quer ir de carro? Tem ao norte a outra farmácia…quer ir ao Pão da Vila de carro? – Tem ao norte e ao pé da rotunda com parque de estacionamento. Quer ir ao supermercado, não vai ao Centro da Vila, e já pode ir de carro, tanto ao norte como para os outros supermercados.

E foi essa a razão principal que motivou o aparecimento em Ribamar de tanta marisqueira dada a dificuldade em parquear as viaturas dentro da Vila. Foi por isso que a Marisqueira César, com uma visão de futuro, saiu do centro da Ericeira e há muitos anos. Questione se estão arrependidos!?

E OS BARES?

Não será difícil a solução. A Ericeira não é para velhos! Já discutimos este assunto há décadas. No último Expresso num artigo de Luis Pedro Nunes que fala sobre “O silêncio é um luxo”. Diz ele, tal como um queixoso disse na Assembleia da Freguesia- “Ir aos Santos populares pode ter a sua graça. Mas ter um arraial perto da janela já é outra conversa. E alonga-se neste tema…”Devido ao milagre da multiplicação do turista o Santo António dura o mês inteiro” e depois ainda acrescenta – parecendo que adivinha a nossa conversa-“um grupo de espanholas adolescentes a cantar e vomitar em uníssono ou é o DJ do arraial que decidiu intercalar AC/DC com o Qui Barreiros” , assim conta o artigo  que revela que agora até é moda cara comprar auscultadores que filtram o ruido e ficamos no absoluto silêncio que seria a opção de quem quer viver em paz.

Pois ir ao bar um dia tem graça, viver com um bar dentro de casa, todos os dias, ninguém aguenta.

Por isso será mais complicado para a vizinhança dos Bares que optam por música ao vivo em alta sonoridade, que só faz mal aos ouvidos, não dá para comunicar com os amigos, mas há quem goste de ficar surdo, e aí… tem que se conseguir um local que não perturbe ninguém. E atenção não são muitos…contam-se pelos dedos.

Sugestões aceitam-se, mas nunca ao pé de vizinhança já idosa e a viver no centro da Vila antes da existência dos Bares.

Perto da praia, perto das zonas não habitacionais, Praias- exemplo: Ribeira d’Ilhas porque não ter mais, e muitos mais pequenos e diversificados bares e restaurantes (quantos mais , mais se ganhará com a salutar concorrência e sem exclusividades), etc.

É decidir agora e não esperar mais,pois a vida é curta e ainda virão muitos e mais turistas.

E não vamos culpar o turismo. Vamos é tentar boas soluções e estarmos preparados para evoluir. Sempre procurando não criar anti-corpos com a vizinhança.

Os bares são um caso de estudo, pois como Lisboa foi para junto do Rio sem prejudicar o pessoal , aqui é um problema de apenas meia dúzia de estabelecimentos . A excepção estará na chamada música ambiente (aquela que permite uma conversa de amigos), e nada prejudica. E terão de ser convencidos ou penalizados.

 

-SABE COMO FUNCIONA O TRANSITO EM ÓBIDOS?

Dentro das muralhas não é permitida a circulação automóvel, excepto aos habitantes que têm moradia no interior das muralhas. Quem ficar alojado num dos estabelecimentos hoteleiros localizados no interior da Vila pode levar o seu automóvel até ao estabelecimento para descarregar bagagem, mas depois terá que o retirar para um dos parques de estacionamento exteriores.

– E EM SANTIAGO DE COMPOSTELA ?

Os “parques de estacionamento” em Santiago de Compostela de uma forma geral estão localizados nos arredores da zona histórica de Santiago de Compostela à distância de 10; 15 ; 20 minutos ou meia hora a pé. Dentro da zona antiga da cidade não é possível a circulação automóvel, apenas os residentes ( Com dístico) e as viaturas autorizadas podem entrar nesta zona da cidade, tais como táxis, empresas de distribuição comercial e viaturas com autorização especial.
Alguns hotéis e pensões nesta zona contam com tarifários especiais para os seus clientes nos estacionamentos.