Juventude Popular de Mafra ao lado das Escolas com Contrato de Associação

Juventude Popular de Mafra

ao lado das Escolas com Contrato de Associação

Face aos recentes acontecimentos relativos às Escolas com Contrato de Associação, a JP Mafra não fica indiferente perante este “ataque” que o Governo suportado pelas “esquerdas”, vem a projectar, sem olhar às consequências sociais, económicas e principalmente educativas na vida dos portugueses, e vem assim tomar uma posição.

Em Portugal, vivemos num Estado democrático, e onde existe democracia, logo deve existir liberdade. Como tal, seremos sempre a favor da liberdade de educação, visto que os responsáveis pela educação e formação dos jovens são os seus pais, e não o Estado. Entendemos que é nos pais, que recai a responsabilidade de escolher a escola para o seu filho, e não no Estado que não tem capacidade nem condições para decidir o rumo de educacional de cada jovem.

Desengane-se quem pensa ou defende que estas medidas do Ministério da Educação acolhem um ponto de vista económico, porque através do Orçamento de Estado de 2016 (aprovado por este mesmo Governo), percebemos que uma turma de uma escola pública custa ao Estado 105.800 € por ano, ao passo que uma turma de uma Escola com Contrato de Associação custa 80.500 €.

O que defendemos é que o Governo permita que estes Contratos sejam cumpridos, e em 2018 (data do seu término) sejam tomadas medidas de forma construtiva no sentido de tornar mais eficaz este mecanismo de parceria entre o Estado e o Colégios Privados.

No Concelho de Mafra existem dois Colégios com Contrato de Associação (Colégio de Santo André, e o Colégio Miramar), a preocupação da JP Mafra concentra-se neste momento em tentar perceber quais serão as consequências destas medidas do Executivo na vida dos jovens do Concelho. Ao que conseguimos apurar, antes da abertura destas escolas, o Ministério da Educação tinha um projecto para construir uma Escola Secundária no Concelho de Mafra. O dito projecto não avançou ao surgirem estas duas escolas que colmataram essa necessidade. Estas escolas fazem um serviço público aos jovens e às famílias do concelho. Tomamos a posição de estar ao lado delas, com vista à defesa do interesse deste serviço público que concedem, a Educação.

Em Mafra, existe uma escola secundária Estatal (Escola Secundária José Saramago), que ao que se sabe, está completamente “lotada”. Para o Colégio de Santo André, o Ministério da Educação prevê que já próximo ano lectivo abram menos 7 turmas no ensino secundário. No que toca ao Colégio Miramar, para já não se prevê grandes alterações.

Em suma, esta são medidas promovidas por um Governo comprometido com as Esquerdas Partidárias e Sindicais, que não olham aos custos, não olham às pessoas, e acima de tudo não olham aos Jovens para pôr e dispor de um capricho ideológico totalitarista e uma forma de pensar, que no nosso entender fere aquilo que defendemos, que é a Liberdade de Educação, e a Juventude.